sexta-feira, 21 de outubro de 2011 0 comentários

sem nome


Não sei o nome que vou dar e prefiro nem nomear já que é tão bom e ao mesmo tempo ruim;
Começou quando menos se esperou  (esperando sempre)
Nada de comunal, nada estranho e não houve explosões...
Uma dúvida e um golpe do destino . o que nem tinha nascido começou a morrer
Como um círculo incompleto na escuridão de nossos corações
Alguma coisa ficou estranha. Talvez tenha sido eu, talvez você.
Não sei em que estado devo ficar, tanto de espírito quanto de lugar;
Vou vagando pelos espaços vazios em mim na esperança de me esbarrar em algo que eu não saberei o que é porque está escuro.
Pode der eu, pode ser você, quem sabe?
Nunca mais eu tinha passado por esses altos e baixos,
Nunca mais eu tinha desejado como desejei.. ah, e como imaginei o que não podia ser imaginado.
E agora só existem lágrimas batendo às portas dos meus olhos..
O que eu sou pra você? (e tenho medo de você nem ter existido)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011 0 comentários

tributo à falsidade


Falsidade! Quanto do teu veneno jaz nas presas das serpentes? Ou levas tão a sério teu nome enganando até a pior das víboras? Estendeste uma mão com um sorriso e na outra empunhava uma lâmina sutil que se desesperava enquanto não sentia o derramar do sangue quente sob costas inocentes até que este pobre diabo desse o último suspiro.
Bela e doce falsidade, que nesta prosa aparece em perfeição e com graça abate a presa desatenta; que pousou em minha tenda e se fartou em meu banquete. Que tentou contra minha vida destilando numa taça sua vingança, por não ter o que desejas pois o nada não te quer e o vazio te despreza.
Seu amor é morto e seu ventre estéril. Tua boca sangra e suas palavras fogem de ti pelo medo de serem maculadas por tua essência doentia. Pobre alma incapaz de ser amada pelo nada que sempre foi. E se traz uma bagagem essa é de ilusões onde tudo daria certo e não dá, onde toda luta é vã sem durar e qualquer alegria atrofia antes mesmo de reinar.

Vitoriosa falsidade! Que enxuga meu pranto e acalenta minh’alma com suaves pequenas palavras. Linda arte de manipular sem medo; o dom de iludir e olho-no-olho olhar me fazendo acreditar que sinceridade não é coisa rara – mas é sim sinhô!
Dias contados são os seus oh eterna falsidade, não por mim nem por suas costas largas; O tempo sempre responde a tudo!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011 0 comentários

sobre diários eletrônicos

Dentre tantos acontecimento e ilusões que já surgiram utópicas, uma certeza: nunca mais lerei blogs! (ou pelo menos tentarei não faê-lo, principalmente no momentos de tristeza. Eu me encanto , me iludo  e me faço perder dentre verdades jogadas, ao vento? Não! Na rede... nesta rede onde todos pensam, estar não estando, criando a ilusória sensação de companhia. Hoje foi a ultima vez (eu acho e acredito) que eu li um blog.. e nele estavam escritas coisas de amor e de eterna e louca paixão, coisas de romance e de perfeição, coisas que há muito tempo não vivo de fato! Sim, confesso. Não vivo e amaria viver e antes todo mal de uma sentença fosse esse “ria” que dá um gostinho de que “quase foi” sem ter ido. Mas porque não foi? Foi culpa minha? Sua? De quem?  To no escuro e nada vejo...apenas ouço o barulho do mar que me chama pra lutar novamente por tudo aquilo que me deixa vivo de verdade e não apenas existindo.
Cada passo que dou vou observando corpos, olhos, mãos e cada um me diz uma coisa diferente.. qual ouvir? O que o destino me reserva? Ou o que estou preparando como destino? É eu ou ele? Como será? Pensar demais, agir de menos e ver os anos passarem como em “carolina” do Caetano... como fugir disso? Ou como deixar isso ir sem remorso? Sinto que falta um pouco de organização.. lá em casa e dentro de mim! Lá eu sei quem pode arrumar mas e aqui dentro? Quem se atreve? Não tenho tido saco pra escrever... já fui muito bom nisso e a ciência já não é mais culpa de eu estar frio..  vou parando enquanto não leio mais sobre amores e paixões..
terça-feira, 30 de agosto de 2011 0 comentários

e agora?


Através de um âmbar eu pude ver o passado e o futuro sangrando meus olhos como sangra a seiva que o faz das velhas e cansadas árvores do nosso planeta igualmente exausto do nosso comportamento.
Exausto estou! Eu vazo de mim mesmo e não sei pra onde escorro. Seria sorte se eu virasse âmbar... A saudade me corrói e as mágoas me destroem. Mágoas Pelo que fiz, pelo que estou fazendo e pelo que deixei de fazer e então aquele “se eu pudesse voltar atrás” é a única frase que me faz companhia, arrasando mais ainda meu coração quando percebo que isso não passa de ilusão, ou quem sabe a verdadeira utopia.
Indecisão é meu nome e não é qualquer música que me acalma. Não é qualquer soverte que me satisfaz e não é qualquer pessoa que me completa.
“a força do beijo, por mais que vadia, já não sacia mais”
To sem tempo, sem grana e sem força.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011 0 comentários

era uma vez num sonho...


Estávamos  você e eu andando em alguma rua da cidade aqui a procura de pincéis pra algum tipo de pintura.. A sensação do óbvio da compra desses pincéis foi me faltando aos poucos como se eu soubesse de fato pra que era os pincéis e de repente eu já não fazia a mínima idéia pra que aquilo, mas até então não manifestei surpresa pois estava com você  e então pra mim tava tudo bem...
Chegamos em casa, era uma casa um pouco maior que a atual de um verde mais escuro com os móveis dispostos junto a parede tendo o efeito de um corredor largo com uma mesinha e uma prateleira até o acesso ao quarto que era parecido com o atual só que quase o dobro.
Eu olhava pra prateleira e via cada coisa legal, mas ficava na minha.. é como se eu soubesse e não soubesse ao mesmo tempo o que era aquilo tudo e pra que servia mas era nossa casa e eu estava com você e então estava tudo bem...
Eu lembro que ainda perguntei pra você o que iríamos pintar e você disse:
- Oxe amor, ta besta é? Esqueceu das plaquinhas eletrônicas que nos encomendaram..? Essa é assim ó.. ai pegou e me explicou....  era um quadrado de mais ou menos  8 x 8  cm com pequenas quadriculas e as bordas desse quadrado vinha já com uma espécie de tinta preta ou alguma cor escura e então nós dobrávamos essas partes escuras e você me ensinava, com desdém pois já havia me ensinado, que primeiro pegava  umas gotas de tinta colorida tipo arco-íris bebê e jogava no quadrado e então as próprias quadriculas iam se ajeitando como num toque mágico da então famosa nanotecnologia... eram plaquinhas bio digitais, tinta e quadriculas HP e então você disse, vamos deixar isso pra depois...
A gente desceu a ladeira e eu estava perguntando a você onde que estava  meu mapa da aula de cartografia e você me perguntou se eu estava tirando onda com a sua cara .. que tinha um bom tempo que eu não estudava cartografia e que eu estava quase me formando só que eu não lembrava de nada disso e a sensação só piorando me deixando com o peito apertado e angustiado... e então eu pensei na idiotice da possibilidade de eu ter vivido tudo isso e me esquecido ou não sei como eu pulei pra frente três anos de minhas história... eu não vi calendários no sonho mas a sensação era de três anos pra frente... e então minha avó entrou na nossa casa fumou um cigarro sentada e eu tentando me acalmar fui dando uma de Zé e perguntei cadê os meninos de Cléa... ai ela disse que estavam em Itabuna estudando e ai lá vem você com uma foto de Letícia enorme eu ia ficando mais apavorado... e eu perguntei sobre Lucimara e ela disse que Luka tinha deixando o filho com urandi e tinha ido trabalhar e minha convicção era de lembrar de Lucimara quando tinha ficado grávida e então eu tinha a certeza  de que aquilo não estava certo e que eu estava certo e estava querendo chorar.. já sentindo a situação perguntei cadê mainha... ela ainda brincou com você..  – Dê um remédio a ele que ele não está bem não...
Minino sua mãe está em casa... ( quando eu disse que ia ligar pra mainha vir na minha casa minha avó continuou) ... Henrique você está de palhaçada é? Minino tua mão não consegue andar não você esqueceu  foi? Ai eu comecei a chorar e uma sensação tão ruim o coração tão apertado quando tive plena certeza de que de alguma maneira eu não tinha vivido os últimos três anos de minha vida... e só voltava agora..( mas quem estaria no meu lugar senão eu mesmo) e chorando perguntei por meu irmão... e ainda disse:  _ minha avó cadê o gordinho..?
Pareceu por um minuto que ela levou a sério como se eu tivesse esquecido as coisas e disse:
_ Seu irmão morreu rapaz já tem um 7 meses... ele estava trabalhando com o sogro e eles sempre andavam atrás de pedras e ai ele brincava, venha pedra minha, venha pedra minha.. e um dia  um cascalho bateu nele....Henrique você está me fazendo de idiota é? Ei, você, leva ele no médico pra ver o que ouve..  mas eu sabia que aquela não era minha realidade.. achava impossível eu apagar da época que vivo pra três anos pra frente.. e as coisas até na minha casa estavam um tanto tecnológicas e eu me desesperando e chorando fui pegar um quadradinho pra pintar....
domingo, 7 de agosto de 2011 0 comentários

a toda frase serei atento


Uma frase foi o suficiente para que eu enxergasse o abismo que me espera... Umas poucas palavras capazes de traduzir em agonia toda a esperança que em ti depositei.  Como num ultimo suspiro contemplei aquelas letras que pulsavam em meus ouvidos num estranho tempo verbal,  e ao remoê-las  em minha boca meu corpo se entregou ao seu destino, pálido e morto.

Uma frase foi o suficiente para que a vida em sua face mais imunda esfregasse em minha cara tudo que eu te disse igualmente em forma de frases, porém cuidadosamente conjugadas. Como num jogo de cartas pude sentir que as letras imitavam os números e se escondiam entre dedos culpados temendo ser contadas e então revelado seu mandante.
Uma frase foi o suficiente para que eu rompesse as engrenagens do universo e permitisse que o mundo completasse sua volta, que tão cheio de si se circunda num movimento frenético e esquizofrênico. Como na aurora boreal onde a beleza se resume à luta diária dessa volta por um pouco de dignidade.

Pensei, olhei e ouvi e no alto da suficiência percebi o quanto fomos e o quanto queremos ser; se chegaremos lá ou se apenas seremos uma frase mal conjugada com reticencias e cheia de imperfeição onde todo o pretérito rodeia.


quinta-feira, 16 de junho de 2011 2 comentários

a agonia de ser

eis a questão: não consigo me conter em mim.... explodindo pra dentro, implodindo pra fora, num avesso que não se percebe provocando o sentimento de ter meus sentimentos ignorados pelo sol, pela terra, por vc.
Eu não pertenço a este mundo e ainda não encontrei o meu ou talvez eu nunca tenha crescido.
Tenho saudade do meu ninho e de tantas coisas que me provocavam alegria... as lágrimas são inevitáveis quando se olha pra trás e se vê empurrado pelo destino que o obrigou a aprender sozinho a arte do voo.
universos paralelos cabem em minha mente... e como eu gostaria de ser cada um diferente de mim e ao mesmo tempo eu nesse universo que, não paralelo a algo se contradiz consigo mesmo e faz redundância conosco! mais e mais do mesmo sempre e por tempos diferentes...  
o tempo nunca custou a passar e agora ironiza nossa existência com altas gargalhadas surdas por dependermos dele onde 1 segundo se confunde com mil anos e nessa confusão vamos perdendo a essência que outrora nos fez o que somos.
E é engraçado perceber que ser e fazer são dois verbos tão diferentes e se completam no meu texto. E enquanto verbos se completam pessoas não completas se esvaziam do que pensaram ter ou ser.... ou quem sabe não ser?
terça-feira, 31 de maio de 2011 0 comentários

câmara obscura

Não gente, não é nenhum tipo de ambiente ou algo que o valha. é o que eu acordei ouvindo hoje, quer dizer, acordei com vontade de ouvir... liguei o net e coloquei pra tocar..muito emocionante!
coisas que não se explicam e nem nos deixam explicar... um passado presente, um arrepio sem frio, uma melodia que te arrebata pra antigos lugares desconhecidos. e então você fica ali curtindo a sensação, sem sair do lugar e ao mesmo tempo em todos os lugares. sem explicação
domingo, 29 de maio de 2011 0 comentários

o... perfume?

Perdi, há muito...
Procurei, à torto..
Encontrei? Acaso.
Se gostei? Eu amo!

E agora eu sofro,
Já pensei (e como;
Encontrar a fonte,
Ilusão e engano.

A lembrança, que vem...
A fragrância, que vai..
[vai com calma, tem fim].
 (necessito de mais!)

Perdão, Você tem?
Encontre por favor!
Acabou? E agora?
.  . . .

em homenagem ao Natura Humor 3
sexta-feira, 25 de março de 2011 0 comentários

sincera? amizade..

Olha, eu sinceramente estou cansado dessas amizades por conveniência. Cansei dessas pessoas que só me procuram quando precisam de mim, quando posso ajudá-las em algo. Juro, eu não me importaria se isso fosse recíproco, se eu pudesse contar com as mesmas quando precisasse. Mas não, normalmente na hora em que mais preciso é quando elas se afastam. Ter amizades regadas à bebida e festa é muito fácil, o que é mesmo difícil é encontrar esses mesmos amigos nas horas difíceis, onde as lágrimas são abundantes. Aí eu me pergunto, qual o valor de uma amizade dessas? Se é que isso pode ser chamado de amizade. Porque para mim, ser amigo é estar presente em todos os momentos, sejam eles bons ou ruins. Ser amigo é não negar um conselho, o ombro para que o outro chore ou mesmo se lamente. Ser amigo é confiar, partilhar, guardar segredos, rir, compreender e não abandonar.--adAptED-- (Sindy)

quarta-feira, 16 de março de 2011 0 comentários
Eu queria não me importar, queria mesmo fazer jus a minha aparência de durão, dar vida ao meu falso egoísmo. Mas a verdade é que não sou assim, não consigo chatear alguém sem me sentir eternamente culpada por isso. Sabe aquela frase que diz “O que importa é minha felicidade e que se fodam os outros.”? Bem, eu não consigo colocá-la em prática. Na teoria até que tudo funciona muito bem, planejo exatamente o que fazer e como fazer, mas quando coloco minha cabeça no travesseiro é que o peso da culpa vem à tona e aí é impossível controlar os pensamentos e o arrependimento que se forma logo depois. Sim, eu até chego a me arrepender, mas pensar que “foi melhor assim” faz tudo ficar melhor. Não resolve de fato, só distância – nem que seja um pouco – a culpa. E talvez todas essas palavras sejam só uma tentativa de dizer que não sou assim tão frio quanto aparento ser, eu me importo sim, mas isso não muda nada e não vai mudar. -- adAptED -- (Sindy)
quinta-feira, 10 de março de 2011 0 comentários

devagar e sempre

Tô meio enferrujado! Fato. Esse lance de ciência acaba com a gente por dentro, com o tempo é claro. Tantas responsabilidades, tanta ocupação e no fim quase não sobra tempo pra você mesmo, ou para sua família, ou pra um cursinho de inglês, ou pra escrever e escrever na internet. As vezes me pergunto se esta é a vida certa pra mim... parece que a gente fica mais cru ou mais burro pra vida e acaba perdendo algumas habilidades, naturais ou adquiridas, que seja. Até a forma de escrever se torna fria, calculada, pra não dizer calculista. Frases sem rimar e virgulas no lugar, como faço pra me recuperar? Rsrs. To caminhando.... não sei exatamente se vou chegar onde penso que vou... mudanças de planos sempre são bem vindas. A única coisa boa de tudo isso é que a medida que a gente vai caminhando a gente percebe como funcionam as coisas no mundo de verdade e aquilo que passam pra nós não passa de ilusão porque a realidade é mais concreta e não tão fantasiosa quanto pensávamos. Chegamos a algumas conclusões, adotamos essa ou aquela para nossas vidas e então vão-se os anos de vida e com eles tudo aquilo que poderia ser... sim porque o poderia é tudo aquilo que você acredita que faria mas a vida te forçou a ir em outros lugares, a outros shoppings ou bares, enfim. Certezas também são frequentes nessa fase da vida. A real fase das descobertas e cobertas! Sim, pois à medida que se decide umas coisas, outras vao sendo deixadas pra trás de proposito, seja por pesarem demais ou por reconhecermos que não damos conta. Vou tentar transformar meus longos textos em algo prazeroso de se ler e não essa coisa chata, maçante e sem noção.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 1 comentários

eu fui.

..e chegando lá senti que o ar era mais frio. Lá do outro lado.. Quer dizer, quase do outro lado, tipo no meio.. A lua brilha diferente e o sentimento que fica eh estranho..coisas que não entendo muito bem. Da pra sentir queimar mas não dói, acreditem..eh ateh curioso. a redundância no nome me chamou a atenção de primeira, depois esqueci. Depois percebi que as próprias pessoas nisso que a gente chama de mundo são redundantes. a gente anda e anda e sempre vê mais do mesmo e fica com medo de, sem querer querendo (e aqui mora o perigo) acabar se misturando e me tornar um desses "mais". Um sorriso e um "volte sempre" eh o que levo pra casa e de brinde a tristeza pois sei o quão falso eles foram. Só queriam sentir o gosto de debitar meu cartão de crédito. volto escrevendo isso e me perguntando..ateh que ponto chegaremos? Quem souber me fala, me escreve, me responde.
P.s.: aos poucos to recuperando a força que move minha mente que move meus dedos que movem esse blog.talvez eu coloque o título original do meu primeiro blog, quem sabe?
terça-feira, 28 de dezembro de 2010 1 comentários
lembrando pra quem de repente visitar esse deserto aqui.. Que isso que eu chamo de blog ainda esta em cons trucao, pela milionesima vez! Nao se assustem.passei moh tempo sem computador e ainda estou ..usando o celular! Passei moh tempo sem postar igualmente. Muitas coisas pra estudar.. Pra resolver..enfim, *insensato corassao, impossivel controlar!* nao, nan eh a novela! Eh apenas uma frase legal e *real*?
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 0 comentários
foleando um antigo caderno topei com antigos pensamentos sobre universos paralelos e sobre possibilidades de novas tecnologias mas tudo de cunho filosofico, diga-se de passagem, e lamento nunca mais ter tido tempo pra esse tipo de coisa. E dizia assim, ou melhor, assim esta escrito: " duas realidades identicas nao se suportam na mesma dimensao. O teleporte poderia ser considerado como a capacidade quantica de recriar algo que ja existe instantaneamente ou melhor dito, na velocidade da luz. Essa velocidade eh o que garantiria a originalidade da copia, caso contrario, a exemplo de teleporte de coisas vivas, os pulsos eletricros que mantem os nervos funcionando seriam reiniciados causando uma especie de formatacao no cerebro o que seria desastroso, nao? Na ideia inicial onde duas realidades nao se suportam sugere-se que os pontos de teleporte devem possuir internet de alta velocidade para transmitir os dados de de um ser biologico complexo e também os materiais necessários para essa criação onde que a peça original seria, na mesma velocidade, pulverizada. A grande problemática seria o modo de como essa construção quantica se faria uma vez que esse ramo da física não eh bem compreendido e somente executado,o que para mim eh um problema e tanto. Uma coisa eh fato. A quantica existe e acontece. Só não sabemos de que modo." Agora pense na pessoa em pleno meio de semestre de 2009 pensando nessas coisas e em tantas outras coisas que não serão escritas agora..enfim. Preciso de um computador urgente! Papai noel?
 
;