terça-feira, 31 de maio de 2011 0 comentários

câmara obscura

Não gente, não é nenhum tipo de ambiente ou algo que o valha. é o que eu acordei ouvindo hoje, quer dizer, acordei com vontade de ouvir... liguei o net e coloquei pra tocar..muito emocionante!
coisas que não se explicam e nem nos deixam explicar... um passado presente, um arrepio sem frio, uma melodia que te arrebata pra antigos lugares desconhecidos. e então você fica ali curtindo a sensação, sem sair do lugar e ao mesmo tempo em todos os lugares. sem explicação
domingo, 29 de maio de 2011 0 comentários

o... perfume?

Perdi, há muito...
Procurei, à torto..
Encontrei? Acaso.
Se gostei? Eu amo!

E agora eu sofro,
Já pensei (e como;
Encontrar a fonte,
Ilusão e engano.

A lembrança, que vem...
A fragrância, que vai..
[vai com calma, tem fim].
 (necessito de mais!)

Perdão, Você tem?
Encontre por favor!
Acabou? E agora?
.  . . .

em homenagem ao Natura Humor 3
sexta-feira, 25 de março de 2011 0 comentários

sincera? amizade..

Olha, eu sinceramente estou cansado dessas amizades por conveniência. Cansei dessas pessoas que só me procuram quando precisam de mim, quando posso ajudá-las em algo. Juro, eu não me importaria se isso fosse recíproco, se eu pudesse contar com as mesmas quando precisasse. Mas não, normalmente na hora em que mais preciso é quando elas se afastam. Ter amizades regadas à bebida e festa é muito fácil, o que é mesmo difícil é encontrar esses mesmos amigos nas horas difíceis, onde as lágrimas são abundantes. Aí eu me pergunto, qual o valor de uma amizade dessas? Se é que isso pode ser chamado de amizade. Porque para mim, ser amigo é estar presente em todos os momentos, sejam eles bons ou ruins. Ser amigo é não negar um conselho, o ombro para que o outro chore ou mesmo se lamente. Ser amigo é confiar, partilhar, guardar segredos, rir, compreender e não abandonar.--adAptED-- (Sindy)

quarta-feira, 16 de março de 2011 0 comentários
Eu queria não me importar, queria mesmo fazer jus a minha aparência de durão, dar vida ao meu falso egoísmo. Mas a verdade é que não sou assim, não consigo chatear alguém sem me sentir eternamente culpada por isso. Sabe aquela frase que diz “O que importa é minha felicidade e que se fodam os outros.”? Bem, eu não consigo colocá-la em prática. Na teoria até que tudo funciona muito bem, planejo exatamente o que fazer e como fazer, mas quando coloco minha cabeça no travesseiro é que o peso da culpa vem à tona e aí é impossível controlar os pensamentos e o arrependimento que se forma logo depois. Sim, eu até chego a me arrepender, mas pensar que “foi melhor assim” faz tudo ficar melhor. Não resolve de fato, só distância – nem que seja um pouco – a culpa. E talvez todas essas palavras sejam só uma tentativa de dizer que não sou assim tão frio quanto aparento ser, eu me importo sim, mas isso não muda nada e não vai mudar. -- adAptED -- (Sindy)
quinta-feira, 10 de março de 2011 0 comentários

devagar e sempre

Tô meio enferrujado! Fato. Esse lance de ciência acaba com a gente por dentro, com o tempo é claro. Tantas responsabilidades, tanta ocupação e no fim quase não sobra tempo pra você mesmo, ou para sua família, ou pra um cursinho de inglês, ou pra escrever e escrever na internet. As vezes me pergunto se esta é a vida certa pra mim... parece que a gente fica mais cru ou mais burro pra vida e acaba perdendo algumas habilidades, naturais ou adquiridas, que seja. Até a forma de escrever se torna fria, calculada, pra não dizer calculista. Frases sem rimar e virgulas no lugar, como faço pra me recuperar? Rsrs. To caminhando.... não sei exatamente se vou chegar onde penso que vou... mudanças de planos sempre são bem vindas. A única coisa boa de tudo isso é que a medida que a gente vai caminhando a gente percebe como funcionam as coisas no mundo de verdade e aquilo que passam pra nós não passa de ilusão porque a realidade é mais concreta e não tão fantasiosa quanto pensávamos. Chegamos a algumas conclusões, adotamos essa ou aquela para nossas vidas e então vão-se os anos de vida e com eles tudo aquilo que poderia ser... sim porque o poderia é tudo aquilo que você acredita que faria mas a vida te forçou a ir em outros lugares, a outros shoppings ou bares, enfim. Certezas também são frequentes nessa fase da vida. A real fase das descobertas e cobertas! Sim, pois à medida que se decide umas coisas, outras vao sendo deixadas pra trás de proposito, seja por pesarem demais ou por reconhecermos que não damos conta. Vou tentar transformar meus longos textos em algo prazeroso de se ler e não essa coisa chata, maçante e sem noção.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 1 comentários

eu fui.

..e chegando lá senti que o ar era mais frio. Lá do outro lado.. Quer dizer, quase do outro lado, tipo no meio.. A lua brilha diferente e o sentimento que fica eh estranho..coisas que não entendo muito bem. Da pra sentir queimar mas não dói, acreditem..eh ateh curioso. a redundância no nome me chamou a atenção de primeira, depois esqueci. Depois percebi que as próprias pessoas nisso que a gente chama de mundo são redundantes. a gente anda e anda e sempre vê mais do mesmo e fica com medo de, sem querer querendo (e aqui mora o perigo) acabar se misturando e me tornar um desses "mais". Um sorriso e um "volte sempre" eh o que levo pra casa e de brinde a tristeza pois sei o quão falso eles foram. Só queriam sentir o gosto de debitar meu cartão de crédito. volto escrevendo isso e me perguntando..ateh que ponto chegaremos? Quem souber me fala, me escreve, me responde.
P.s.: aos poucos to recuperando a força que move minha mente que move meus dedos que movem esse blog.talvez eu coloque o título original do meu primeiro blog, quem sabe?
terça-feira, 28 de dezembro de 2010 1 comentários
lembrando pra quem de repente visitar esse deserto aqui.. Que isso que eu chamo de blog ainda esta em cons trucao, pela milionesima vez! Nao se assustem.passei moh tempo sem computador e ainda estou ..usando o celular! Passei moh tempo sem postar igualmente. Muitas coisas pra estudar.. Pra resolver..enfim, *insensato corassao, impossivel controlar!* nao, nan eh a novela! Eh apenas uma frase legal e *real*?
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 0 comentários
foleando um antigo caderno topei com antigos pensamentos sobre universos paralelos e sobre possibilidades de novas tecnologias mas tudo de cunho filosofico, diga-se de passagem, e lamento nunca mais ter tido tempo pra esse tipo de coisa. E dizia assim, ou melhor, assim esta escrito: " duas realidades identicas nao se suportam na mesma dimensao. O teleporte poderia ser considerado como a capacidade quantica de recriar algo que ja existe instantaneamente ou melhor dito, na velocidade da luz. Essa velocidade eh o que garantiria a originalidade da copia, caso contrario, a exemplo de teleporte de coisas vivas, os pulsos eletricros que mantem os nervos funcionando seriam reiniciados causando uma especie de formatacao no cerebro o que seria desastroso, nao? Na ideia inicial onde duas realidades nao se suportam sugere-se que os pontos de teleporte devem possuir internet de alta velocidade para transmitir os dados de de um ser biologico complexo e também os materiais necessários para essa criação onde que a peça original seria, na mesma velocidade, pulverizada. A grande problemática seria o modo de como essa construção quantica se faria uma vez que esse ramo da física não eh bem compreendido e somente executado,o que para mim eh um problema e tanto. Uma coisa eh fato. A quantica existe e acontece. Só não sabemos de que modo." Agora pense na pessoa em pleno meio de semestre de 2009 pensando nessas coisas e em tantas outras coisas que não serão escritas agora..enfim. Preciso de um computador urgente! Papai noel?
sexta-feira, 16 de julho de 2010 0 comentários

bon appetít!

comer, quem não gosta?

assisti Julie and Julia e me impressionei mais uma vez.

Julia Child, uma americana casada com um diplomata. convocado a trabalhar em Paris eles se mudam. ela começa a se perguntar o que faria da vida em um novo país já que não queria voltar a ser funcionária pública. tentou fazer chapéus. declarou que gostava mais era de comer. procurava todos os dias um livro de culinária francesa que estivesse escrito em inglês. nunca encontrou. decidiu fazer um curso de culinária e foi um dos melhores dentre seus colegas de curso. conheceu Simone Beck e Louisette Bertholle – ótimas cozinheiras – encabeçando assim o projeto de um livro de culinária francesa que seria escrito em inglês com os seguintes título e lema: “Mastering the art of the french cooking” (Dominando a arte da culinária francesa) onde “Qualquer um pode cozinhar ao modo francês em qualquer lugar”. ela morreu em 2004 mas deixou para nós sua doce visão de mundo onde tudo é simples e fácil de fazer quando se quer.

 Julie Powell, uma garota que trabalha como funcionária pública e isso dispensa comentários. nunca termina o que começa e ama comer e cozinhar. à noite cozinha para desestressar. decidiu fazer um blog com o desafio de fazer as 524 receitas do livro da Julia em 365 dias. se estressava, cozinhava, blogava, se irritava, amava, vivia!

eu? dizem que eu nunca termino o que começo. atualmente estudo geografias mas convenhamos, cozinhar é algo que eu diria singular, um momento único e só seu onde se pode controlar! sim, por que não? o gosto, o cheiro, o fogo... e todos esses detalhes se misturam dentro de você como se te arrebatasse pela perfeição que a boca leva à alma. eu amo.
como não encontrei versão traduzida para o português do livro da Julia Child decidi traduzi-lo e postar aqui para facilitar a vida de quem quer cozinhar com a Julia e não tem paciência para traduzir inglês. talvez eu faça esse ou aquele prato, quem sabe?
terça-feira, 13 de julho de 2010 0 comentários

O velho novo

 Sobre Patrões e empregadas!

Não importa quanto tempo passe...
As Sinhás sempre precisarão de suas mucamas!
Os sentimentos são os mesmos e as situações também...
Leite fresco e pão quente à mesa...
Goma nas ceroulas...
Lenha no fogão...
Horas escovando longos cabelos,
Na árdua tentativa de chegar a uma conclusão sobre a vida alheia.
Um bolo, alguns biscoitos misturados com gritos e ordens sem nexo...
Pelo simples fato se ser Sinhá e ao mesmo tempo nada ser além de uma simples bordadeira,
Costurando durantes horas a honra de seus esposos e tentando achar mais um motivo para a sua obediência...
Enfim, Sinhás sempre  serão Sinhás e mucamas sempre serão mucamas... elas se fazem odiar e ao mesmo tempo se amam!
 
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